¿Tienes más de 30 años? Entonces quizás eches de menos algunas cosas de los años 80. Tranquilo, no eres ni el primero ni el único. Y para ese tipo de personas nostálgicas trabajan hasta los invesigadores. En este caso los de la Universidad de California, que trabajan el el proyecto Irvine Out Run.

Si, hablamos del Out Run, aquel videojuego Arcade en el que había que recorrer cinco etapas antes de que se acabara el tiempo, a los mandos de un Ferrari Testarossa descapotable rojo con una rubia como acompañante. Sus innovaciones técnicas supusieron un enorme un salto cualitativo respecto a otros juegos del mismo género y lo convirtieron un referente de la época.

Lógicamente, el objetivo de los investigadores californianos no es tan lúdico como entonces. Su objetivo final es desarrollar juegos terapéuticos para personas discapacitadas. Los científicos del proyecto han creado una especie de carrito de golf eléctrico y lo han combinado con la consola de estilo Arcade del Out Run. Así, los jugadores pueden conducir este “vehículo” por la carretera, al tiempo que gracias a la realidad aumentada se ve el mundo real en la pantalla que tienen antes ellos.

El coche videojuego cuenta con dos cámaras de vídeo que exploran el entorno frente del coche, mientras que el software busca algo que parecido a una carretera. Luego muestra en la pantalla ese camino en el mundo real en tiempo real. Por supuesto, con el estilo gráfico del juego original: el Sega de 8 bits del juego Out Run.

Sabemos lo que estás pensando, pero por ahora el sistema no reconoce las cosas como otros vehículos o peatones, así no sería una buena idea sacar el vehículo a la carretera.

Aunque seguron que trabajar en este proyecto ha debido de ser divertidísimo, los investigadores aseguran que se les ha mostrado “toda una nueva manera de pensar sobre cómo los juegos basado en mundos virtuales pueden ser incorporados en dispositivos físicos para crear nuevas experiencias. También podría llevar a desarrollar nuevas terapias basadas en videojuegos para personas en sillas de ruedas eléctricas. Se jugaría entonces en la silla en movimiento, en lugar de sentarse frente a un ordenador.

Y para todos aquellos nostágicos que quieren que el mundo siga siendo como era en los años 80, también trabajan en una aplicación para el iPhone de realidad aumentada que permitirá a los usuarios ver el mundo que les rodea como si fuera parte del mundo “retro” Out Run.

El siguiente vídeo muestra el vehículo en movimiento, y proporciona más información (en inglés) sobre cómo funciona:

Vía: Dvice

3 COMENTARIOS

  1. Ole1 Nepf4 tudo bem,Bom quero sim aprofundar eu estou com uertojmpo para iniciae7e3o cientedfica ainda estou me graduando em filosofia 2ba peredodo ainda e sou graduado em sistemas de informae7e3o, ente3o para ne3o perder a computae7e3o je1 que estou mudando de e1rea resolvi estudar a filosfia da informae7e3o, e tive um plim interessante, com toda essa modernidade e todo mundo pensando em um des-humanizae7e3o das relae7f5es atrave9s da tecnologia, porque ne3o pensar de forma contre1ria?? Ente3o passei a estudar o que realmente era o virtual na filosofia, com Pierre Levy, Luciano Floridi e mais um que ainda ne3o me lembro o nome, ente3o pensei se he1 o virtual e o real separados eles se3o subjetivos mas, o que e9 subjetivo tem um esseancia, ente3o a teoria das formas de plate3o poderia me ajudar a rever o conceito de virtual e real pensando na informe1tica. Ente3o fae7o comparae7f5es como: Prae7as e centro de conviveancias X Redes Sociais; Quadros X Imagens digitais (Fotomontagens, layouts de sites e etc, aqui uso um pouco da fenomenologia de Merleau-Ponty); Comunicae7f5es diversas X Comunicae7e3o inste2ntanea e afins. Quando eu falo de empedrico eu chamo de empedrico o que os olhos, ou seja, o sentido da vise3o ilhe de1 como real e, quando eu digo que ela sempre sere1 A INTERNET digo que independentemente de como as pessoas pensem a internet em toda a sua subjetividade ela tere1 sempre algo que a fae7a o que ela e9, tere1 sempre sua via de acesso e seus cf3digos espalhados pela rede a disposie7e3o de ve1rias pessoas.Gostaria sim de aprofundar no caso ate9 pedir umas indicae7f5es de leitura sobre ontologia e antropologia que eu consiga associar no meu estudo pois ainda ne3o achei muita coisa interessante nestes aspectos. Fiquei curioso, pois he1 uma linha na filosofia que acredita que he1 algo fora do ser humano e outra que acredita que esse fora por ser intoce1vel sempre sere1 subjetivo. > bom existem as duas pore9m seguindo os filf3sofos que estou estudando a subjetividade ainda e9 um pouco prejorativa, como plate3o e sf3crates que atacam amargamente os sofistas e, entre outros a subjetividade e9 vaga. Pode sim ser subjetivo dependendo da forma de pensar de cada um pore9m ela tem um conceito e este conceito na mais e9 do que a imagem que vocea tem de algo vinculada ao seu uso e este e9 o mesmo para todos, eu penso em uma cadeira assim como vc pensa, pode ne3o ser a mesma cadeira azeul e acolchoada que pensei agora mas a cadeira laranja e de ple1stico continua sendo cadeira e tenhoo mesmo conceito da citada anteriormente, sendo assim, a subjetividade ne3o completa a coisa. Essa linha de reflexe3o e9 que eu tenho quando penso em A INTERNET .Ainda escrevo um pouco de forma confusa mas espero que entenda o que quero dizer, sere1 de grande valia as discussf5es e as trocas de e-mail se possedvel com vc Nepf4, achei que nem fosse obeter resposta hahahah abrae7os e paz .

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